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Segurança

Como evitamos golpes na Blimpi

Golpe em vaga de emprego normalmente começa com pressa, cobrança de dinheiro ou pedido de documento. Estas são as proteções que já existem na plataforma - sem promessas que a gente não cumpre.

CNPJ conferido na Receita

Toda empresa tem o CNPJ consultado na base pública da Receita Federal no cadastro e na rechecagem. Empresa com situação ativa recebe o selo "Empresa verificada" nas vagas da vitrine.

E-mail confirmado

Enviamos um link de confirmação para o e-mail cadastrado e registramos quando ele é consumido. O painel da empresa mostra quando a confirmação do administrador ainda está pendente.

Moderação antes de publicar

Cada vaga passa por uma varredura de risco no momento de publicar. Vaga sinalizada - ou empresa com aprovação obrigatória - entra na fila de revisão e não aparece na vitrine até ser analisada pelo time.

Denúncia com dedupe e auto-pausa

Quem está logado denuncia a vaga pelo botão Denunciar. A mesma pessoa não denuncia a mesma vaga duas vezes e a empresa não vê quem denunciou. Com 3 ou mais denunciantes diferentes em 7 dias, a vaga sai do ar automaticamente para revisão.

Contato só depois do aceite

Você não se candidata: a empresa verificada escolhe quem convidar. Até você aceitar o convite, ela vê só o seu perfil profissional, sem e-mail, telefone ou CPF. A regra é explícita no produto: o contato só é liberado depois que você aceita conversar - antes disso o desbloqueio é recusado.

CPF só no aceite

O cadastro funciona sem CPF. Ele é pedido apenas quando você aceita um convite, para liberar o contato. CPF e telefone ficam criptografados no banco de dados.

A regra de ouro

A Blimpi nunca cobra nada do candidato: não pedimos PIX, foto de documento nem dados bancários. Desconfie de qualquer pedido de dinheiro.